Esse presidente…
O presidente Câmara de Vereadores de Itabira, Carlos Henrique Silva Filho “Carlin Sacolão Filho” (Solidariedade), está usando sobra financeira do orçamento de R$ 40 milhões (5% do orçamento municipal) para fazer política de boa vizinhança, informando para a população que “graças à sua ação” de transferir, na verdade devolver para a Prefeitura, R$ 474.334 nos meses de agosto e setembro, está garantindo o pagamento do cartão-alimentação de mais de 800 servidores. Esta foi a segunda parcela de cinco, que totalizarão até o final do ano R$ 1,185 milhão. Resta saber como vai ficar em 2026.
IPTU mais caro
O itabirano deverá pagar mais caro pelo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) a partir de 2026. Isso, após a Câmara Municipal de Vereadores aprovar, por 14 a 4, o projeto de lei que autoriza a Prefeitura a fazer uma reavaliação das plantas de valores dos imóveis em Itabira. O vereador Heraldo Noronha Rodrigues (REP) criticou a medida como desproporcional e desnecessária. “Não sou contra o prefeito Marco Antônio Lage (PSB), mas esse projeto vai aumentar o IPTU do itabirano, que já é tão caro. Não concordo”, disse. Mesmo votando contra, ele foi voto vencido juntamente com outros três vereadores.
Cartão corporativo
O vereador Luiz Carlos de Souza (MDB) foi, mais uma vez, boicotado pelos colegas, que deixaram o plenário na sessão de terça-feira (16) após ele pedir a palavra para denunciar os gastos do prefeito Marco Antônio Lage (PSB) com o cartão corporativo. A estratégia da maioria, que compõe a base governista, é esvaziar o plenário para que a sessão seja encerrada por falta de quórum, e deu certo, novamente, com o vice-presidente, Marcelino Guedes (PSB), anunciando o término do encontro semanal, se dirigindo para a sala de lanche.
Cartão corporativo II
Conforme o vereador Luiz Calos, o prefeito Marco Lage jantou recentemente no Trattoria di Prima Restaurante e Scotch Bar, no bairro Pará, e pagou R$ 557,70 e pior, na nota fiscal constam seis cervejas Antarctica Original latão, a R$ 15 cada. Para o parlamentar, isso é um absurdo, pagar bebida alcoólica com dinheiro público. Este e vários outros gastos considerados suspeitos serão denunciados ao Ministério Público, Tribunal de Contas Estadual e Controladoria de Crimes Praticados por Agente Público.
Publicada na edição 842 do Folha Popular









